quarta-feira, 18 de julho de 2007

Terror Aéreo!!!!!!!!!!

É oficial. Estou em crise.
Hoje secaram-me as palavras.

terça-feira, 17 de julho de 2007

O silêncio em silêncio: agoniza

Sinto-me tão só quanto o som solitário do piano no concerto de Chopin n°2, que se engendra nas profundezas de mim a me cortar de norte a sul, de leste a oeste, na carne, na célula, na urina, na alma, no certo, no avesso, no meu recalque e na minha falsa verdade. Sou frágil agora tal pele de bebê no deserto. A famigerada frustração vagueia como uma onda feroz a se alastrar em meu peito sem cerimônia como se gritasse se esgotar. Carente de afeto, choro.. e em queixume abafado clamo a Deus, grávida de fé.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

das cores da terra..

Uma imagem vale mais que mil palavras! A paisagem parece tirada de um desenho animado, talvez de "Os Flinstones", ou modelada com papel marchê. Perfeita!!!

Foto: Toledo-Espanha

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Que C'est Triste Venise

Alguns passam por aqui mas se mantêm em silêncio, o que é rigorosamente legítimo, outros deixam sua mensagem tão carinhosa que nada mais é que um mimo. Gracias à todos e em especial a Danilo, Celina, Faby, Soninha, Ema e Bill. Deixo-lhes esta bela canção.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

De que serviria gritar?

Da janela do terceiro andar olhava o vulto sumir aos poucos pela rua vazia. A rua descansava um descanso que não era seu, observava os detalhes, as casas ladeadas com cores coloridas, um latido ao longe, os telhados vermelhos, a obra inacabada, as árvores dançando, o vento cortante trazer as vozes da noite. A luz âmbar dos postes escorria pelos vidros das janelas, o dourado artificial da noite prendia seu olhar. Os carros estacionados pelo caminho se aconchegavam nas suas sombras. Queria fazer parte de algo da rua para não se atormentar com os porquês do fim, ansiava esquecer tanta angústia. Sentia inveja da calma madrugada. Sua respiração cada vez mais ofegante embaçava a vidraça. Olhou o vidro úmido e escreveu: Murilo. Observou o nome, beijou, olhou outra vez e riscou um “x” com o dedo indicador. Voltou para a sala pouco iluminada, ligou a vitrola e colocou o Prelúdio de Bach. Deixou a música entrar e sair pelo seu corpo esmagando a dor que furava seus ossos. Aos prantos e em frenesi, rezou e orou a Ave-Maria até adormecer. De manhã se deu conta que dormira na cadeira dura. Era sua penitência, sua redenção. Levantou-se em direção ao banheiro, vomitou sua agonia, tomou uma ducha forte.. Recomeçou do zero.

terça-feira, 10 de julho de 2007

Verborragia

Ajusto as minhas contas com meu mata-borrão,
sou eu o próprio papel e o próprio tinteiro.
Falo demais, escrevo demais,
me derramo demais..

domingo, 8 de julho de 2007

da chama que se apaga..

Foto: Burgos, Espanha
.. bastou um olhar para dizer todas as palavras caladas e surdas. Deslizou arrastando correntes pela casa sombria. Sentiu as pernas coladas. Soturna catou seus cacos para não deixar nenhum vestígio, queria lavar o chão, ora cúmplice da paixão arrebatadora. Mas esta feneceu como o consumir de uma vela. Como a pilha que se gasta. Chamou o elevador, entrou e se agasalhou no fundo dele, olharam-se como se engolissem suas ruínas. O silêncio negava o sofrimento. A última troca de olhar tinha o som de mil sinetas. Fechou a porta do elevador e caiu no fosso.. Era o fim.

sexta-feira, 6 de julho de 2007

das pequenas grandes coisas..

São eles três a aragem das minhas noites abafadas de calor. São eles três a alegria e a balbúrdia na casa, são eles três objeto do meu mau e bom humor, são eles o gás para continuar remando o barco, as toalhas molhadas jogadas na cama, o colorido que alegra as paredes brancas, os pedidos sem fim, as respostas evasivas, as comparações, a ostentação da beleza da vida a começar, os sorrisos, os gritos, as vozes que vibram no horário do almoço, o prazer do dever cumprido; os vapores dos meus ontens..

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Teresina, dourada, poética..

Como eu gosto desta cidade!!! Por que é nela onde morro e renasço todos os dias.
Por que é dela que parto para as minhas paragens, e é para ela que retorno cheia de convicções, outros olhares e expreriências gravadas na retina. E na lente da minha câmera: o âmbar pintou a tarde de domingo.
Me dê quatro motivos para eu não acreditar em Deus? Ele mostra-Se à mim em uma questão de oito minutos, reveste o dourado de crepúsculo, me tira o fôlego e alimenta meus pulmões em garrafadas de oxigênio. Ali, tão perto desmaiou seu bronze nas águas dos rios, Parnaíba e Poti. Basta sentí-lo. Eu senti o amor me vazar.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

feedback..

Uma das coisas mais carinhosas que me lembro da infância era meu pai me cobrir quando eu estava dormindo. O ato de cobrir é amparo, abrigo, proteção. Ele me vestia de lençol e por instinto eu me envolvia como se entendesse o gesto, mesmo em sono profundo, era a minha resposta. Por vezes velava meu sono e a me resguardar prendia seus olhos em mim. Doação, compromisso, zelo; prova de seu amor incondicional.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Síndrome de Pinóquio..

A vida de Carmem sempre fora uma grande ficção, vivia para mentir, apoiava-se na astúcia. Marcar presença com algo fabuloso fantasiando sua existência era sua idéia equivocada de auto-estima; tornou-se personagem principal e imaginária do seu desatino. Quando um e outro diziam não se chocar mais com sua criatividade surreal e espetaculosa, eram surpreendidos com mais um rosário de quimera. Ela, porém, arteira, planeava fraudar sua própria mente para esta acreditar nos devaneios; concebia, gerava e paria mentiras. Ludibriava e contrabandiava a burla. O engano que usava -propositado- contra alguém era vocação, fruía ao ponto de se lambuzar na maldade. Quando morreu, enfeitaram seu caixão com flores de plástico.

domingo, 24 de junho de 2007

.. das recordações

La Coruña, Galícia - Espanha

Deitou-se junto à noite a contemplar o céu anil. Foi invadida por uma sensação de liberdade. Seu olhar perdido na imensa escuridão voou a outro tempo, por um momento esqueceu tudo ao seu redor e enveredou num túnel fundo. Fechou os olhos e trouxe à memória tudo o que ocorrera em sua infância. A lembrança era tão vívida que parecia-lhe palpável. Quis tocar o dia, a claridade, espalmar o espectro solar nas águas do riacho, sentiu a brisa cortar seus dedos, seu corpo delgado. Depois abriu os olhos, admirou as estrelas e agradeceu à Deus tão maravilhosa inspiração.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

caixinha de música

Sempre tive verdadeira fascinação por caixinhas de músicas, elas têm ligação com a minha infância e me embalavam para além de mim. Quando criança minha tia Diva tinha uma linda caixinha japonesa, dentro era de veludo vermelho e uma linda bailarina rodopiava no meu olhar: dava corda e ela obediente bailava no som frio, mecânico e metálico, mas que me tranquilizava feito o ruído de uma cachoeira de forma que nenhum sorvete de chocolate era capaz de fazer o mesmo. Flutuava junto ao delicado som e rumava para o "Reino das Águas Claras". Sim, enquanto as notas musicais se materializavam e a "Marcha turca"(de Mozart) se dissipava nos meus ouvidos, pensamentos e criatividade, eu voava. O céu era o limite! Acreditava ser transportada a um castelo medieval, onde eu seria a princesa e teria um príncipe a me esperar. Coisa de menina sonhadora. E pôe lunática nisso!
Neste momento ouço "The Swan", de uma harmonia inverossímel, porém melancólica, composta por Camille Saint-Saens. De música erudita não entendo nada mais a sinto, e ouví-la a mim parece a combinação perfeita, como se fosse uma ponte entre a sonoridade e minh'alma.

terça-feira, 19 de junho de 2007

.. acreditem ou não!

.. um sim

.. um não

.. uma linha reta

.. um objetivo

Agumas curvas acentuadas, outras não. Dependendo da nossa necessidade criamos rotas sinuosas, aclives, declives e retas. De toda forma a estrada muda constantemente para nos levar a qualquer direção, mas a escolha é nossa. Basta querer a melhor delas. Sim, toda estrada tem um fim.

sábado, 16 de junho de 2007

proveito mútuo..

Ela tem uma relação quase simbiótica, como se fosse sua segunda pele. Se preocupa com o estado físico, cuida deles com o esmero de um bebê, ou de um ramalhete de rosas ganhado de alguém especial. Sente que necessitam da delicadeza do tocar, organiza e os repousa na estante por gêneros. Admira a capa, as páginas, as letras a bailar no desenrolar da história. Viaja.. Quando uma folha se dobra, ela padece. Não os abandona jamais e é capaz de relê-los por duas ou mais vezes até esvaziar-se de tanto ler. E cada vez que lê o percebe diferente. Adora livro asseado, sem nódoas e cheiroso. Roça suas folhas como se acariciasse a face do ser amado, e se sente feliz por que o assegura tais cuidados. Teme que se percam um do outro, e num arroubo se deixe encantar e se levar por outros ávidos olhos a se pousarem nele..

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Acerca de mim..

Tu deixaste um túnel tão fundo, solitário e escuro em meu coração que nele a luz se perde.. Apenas eu se lembra de nós, e os pedaços de nós que restão pelo buraco negro estão a cair em calafrio. Resigno-me e os deixo rolar para além do meu alcance o mais profundo que puderem chegar. Em matéria de amor passei a ser negligente, aprendi contigo. Deixei de regar a tua planta; porventura me ensinaste que não valia a pena.., e talvez até me debati muitas vezes contra, mas fui vencida por ti. Teu pacto silencioso desafinou a melodia. Agora estes, são nossos. Pela primeira vez em muito tempo deixei meu silêncio chorar às teclas e pintar o monitor. Neste momento ouço "Queixa", música de Caê. Grito aos surdos a minha dor. Sem ladainha. Sem cantilena. Sem carpideira. Hoje quem vai lamber as minhas feridas sou eu. E nem mais uma palavra. Um pio.

Jesus Cristo

Quem me leva os meus fantasmas? Quem me salva desta espada? Quem me diz onde é a estrada?

sexta-feira, 8 de junho de 2007

das lembranças...

A chuva veio e deu de beber a um jardim de recordações. Nas cores das minhas lembranças um matiz dourado envelhecido e charmoso. Era julho e o vento cortava meu rosto e meus ouvidos arrastando a poeira da pracinha. Vejo a cena como se fosse ontem: eu dentro de um vestidinho monocromático alaranjado e um belo rabo de cavalo cor de crina a fazer par com a seda do vestido, Patrícia de azul-marinho de puá contrastando os seus lindos cachos de ouro e sua pele pálida, seu vestido parecia um crepúsculo estrelado de bolinhas luzidias tal um pisca-pisca. Josi, ainda bebê, de azul celestial bordado com florzinhas pequeninas -em ponto cheio- na pala; a cor do vestido acentuava ao azul de seus vivos olhos grandes. Meus irmãos de botas e shorte de linho marrom e blusa branca com gravatinha borboleta, todos banhados e devidamente arrumados, cabelos bem penteados com gel, nas blusas bem passadas o azul do anil era o pano de fundo da limpeza, todos impecáveis, e nosso cheiro denunciando alfazema. A casa tinha uma atmosfera alegre e viva. Na varanda a cor-de-vinho das onze horas explodia em meu olhar que ecoava o acontecimento. O olor que se espalhava por todos os lados chamava-se ‘ventura’, era um cheiro de descanso, de regozijo, de unidade. Festa até para os cachorros da rua, pois sentiam a aura diferente e animada. Os objetos simplórios do nosso lar jaziam na espera de serem usados. Todo o aparato que se fazia traduzia a chegada do Padre da comunidade, que era o convidado de honra para o almoço de domingo; mesa posta, toalha de richelieu alva e engomada respaldando o banquete: vatapá, o prato principal, galinha caipira a agregadora da nossa família, e de sobremesa o pudim de leite; este me levava ao regalo dos céus irrompendo doçura no véu da boca, mas depois me jogava no limbo, pois comia escondido. E de castigo pelo ato clandestino seis bolos de palmatória nas mãozinhas do gato ladrão. O domingo pomposo era um dos poucos do ano para meu deleite mor, singular e intransferível. Eu era trezentas vozes a gritar a palavra ‘felicidade’, completamente deslumbrada, saltitante, abestalhada com a figura ilustre que oportunizara o nosso contentamento. Tão simples e tão feliz. Foi há trinta e três anos.
Selena,

domingo, 27 de maio de 2007

Segunda-feira aqui vou eeeu...

Foto: Milão-Itália, num dia de domingo
Já me dei conta que o domingo em minha vida é o dia internacional da segunda chance, no qual me invade uma força arrebatadora que desata os nós da desmotivação e me leva crer que posso perder para todos menos para eu mesma. No domingo reavalio, cauculo, planejo, me reorganizo para segunda retomar a empreitada: emagrecer. Tantos planos que me cansa reelaborá-los, mas que no fundo é bom e simples, mesmo sendo uma tarefa hercúlea! Na boca há um gôsto amargo de frustração, de montanha-russa e precipício que me corta de norte a sul e de leste a oeste, mas que é anulado pelo sabor cítrico-doce do duplo loop da vitória; esta a qual devo a mim.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Pintura de Marc Chagall

Tua mão
imprime
na minha:
a rota,
a trilha,
a jornada...

sábado, 19 de maio de 2007

Rio Arno, Firenze - Itália

Florença ou Firenze, capital do Renascimento, considerada uma das mais belas cidades do mundo é parada obrigatória para os amantes de arte. A UNESCO estima que 60% das obras mais importantes do mundo estão na Itália sendo que metade em Florença. O estilo renascentista de suas construções -muitas igrejas- também mostra a saúde financeira dessa cidade na idade média.
Pesquei este pequeno e interessante texto abaixo do site viajeaqui.com.br, pelo fato de que quando estou e me percebo num lugar mágico de muitas histórias, levito (também) para fora de mim:
"O grande problema de visitar Florença é este: você pode enlouquecer. É comum turistas serem internados por causa da chamada Síndrome de Stendhal, diagnosticada nos anos 70 pela doutora Graziella Magherini, ex-chefe do departamento de psiquiatria do hospital florentino Santa Maria Nuova. Os sintomas são tontura, taquicardia, confusão mental. Tudo causado por algo a que nós não estamos habituados: excesso de beleza. Stendhal, escritor francês, autor de O Vermelho e o Negro, teve um surto ao entrar na Igreja de Santa Croce, em 1817, onde estão os restos de Michelangelo, Maquiavel e Galileu, e ver os afrescos de Giotto. "Eu estava numa espécie de êxtase", escreveu ele no livro Roma, Nápoles e Florença. "Tudo falava tão vivamente à minha alma. Tive palpitações. A vida se esvaía de mim. Eu caminhava com medo de cair." Isso não é frescura de francês, definitivamente. Florença, com suas ruas estreitas tomadas por lambretas, berço do Renascimento, uma cidade em que palácios e monumentos aparecem a cada esquina, em que cada pedra tem uma história, é o retrato da genialidade humana. No século XV, era o centro do mundo (ou seja, da Europa), atraindo o talento de gente como Leonardo da Vinci, Donatello, Michelangelo, Dante Alighieri, Galileu, Brunelleschi, Boccaccio, Botticelli, Rafael..."

domingo, 13 de maio de 2007

Um feliz dia das Mães, na profundidade do termo

"Herança do Senhor são os filhos;
o fruto do ventre seu galardão." (Salmos, 127:3)
Mãe é o maior exemplo de entrega e perseverança, vela o nosso sono, e se longe, em oração. Conhece verdadeiramente o sentido do amor que Devora, pois vaza sentimentos de bem-querer, zêlo, aconchego. É o único amor verdadeiramente desprovido de vaidade e ego. Goza de boa reputação, não tem estiagem, nem vive de uma estação; É primavera, verão, outono e inverno, e na dose certa embala, nutre e 'puxa a orelha'. E para todas as fases alegra nossos dias numa só palavra: amor incondicional. Conhece a senha mais secreta de cada cria, decodifica os sentimentos singularmente, mesmo os mais guardados. Esta senhora é uma espécie de mulher-maravilha, está ali, junto, obstinada, na peleja amiúde, nos dias melhores e piores. Exercita o perdão e jamais deixa de acreditar no seu rebento. Quando uma mãe funciona bem, funciona bem a sua família e por sua vez toda a sociedade. Este é o amor que nada pede e nada espera senão a felicidade dos filhos. Amor que de si mesmo satisfeito vive!

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Entardecer em Barcelona-Es

.. no romper da madrugada;

sou uma folha ao vento..

sexta-feira, 4 de maio de 2007

..das chuvas prateadas

Ao ligar o celular as 6:00 da matina fui abençoada com esta bela mensagem, um presente da minha gêmea camarada de fé, Celina: que generosa alegrou minha manhã. Fui arrancada pelo sono deste luar, que de tão formoso é irreal. É mana, a lua choveu na tua alma, mexeu com os teus sentidos.

"Selena, tvz vc durma agora.. Eu na varanda me rendo a Lua q franca ultrapassa o limite do bom senso.. transvaza, lambe, deita, lava, alveja meu quintal, a piscina, matiza o verde, dá animo aos meus sonhos e me alcovita... Estamos simbióticas, numa transa sensual, doce, louca, silvestre e profana.. Completamente num drive-in despretenciosamente inventada por mim e cinemado por ela.."..."Pq ñ paras relógio? Breve o sol vai nascer; Detenha as horas te peço!.."

Celina Nery

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Zuzu Angel - O filme!

Assistindo dia desses em casa o dvd fui invadida por um nó na garganta, um soluço melodioso acompanhou a música do Chico, ao ponto de minhas lágrimas clamarem ser secadas, sentiam compaixão de mim, mas caudalosas me obedeciam e rolavam em meu rosto a morrer no chão. A história me deixou encantada e ao mesmo tempo revoltada, que ao meu ver, não foi contada realmente como aconteceu. Creio que houve muito mais sofrimento que não foi dito. Me identifiquei com o amor incondicional de Zuzu. Só algumas mães tem o privilégio dessa experiência. Obrigada Deus por este condão.
"Angélica" - Miltinho / Chico Buarque - 1977
Quem é essa mulher que canta sempre esse estribilho só queria embalar meu filho que mora na escuridão do mar Quem é essa mulher que canta sempre esse lamento só queria lembrar o tormento que fez o meu filho suspirar Quem é essa mulher que canta sempre o mesmo arranjo só queria agasalhar meu anjo e deixar seu corpo descansar Quem é essa mulher que canta como dobra um sino queria cantar por meu menino que ele já não pode mais cantar

Eu

Simplesmente Selena