quarta-feira, 18 de julho de 2007
terça-feira, 17 de julho de 2007
O silêncio em silêncio: agoniza
segunda-feira, 16 de julho de 2007
das cores da terra..
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Que C'est Triste Venise
quarta-feira, 11 de julho de 2007
De que serviria gritar?
terça-feira, 10 de julho de 2007
Verborragia
domingo, 8 de julho de 2007
da chama que se apaga..
Foto: Burgos, Espanha
sexta-feira, 6 de julho de 2007
das pequenas grandes coisas..
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Teresina, dourada, poética..
sexta-feira, 29 de junho de 2007
feedback..
quarta-feira, 27 de junho de 2007
Síndrome de Pinóquio..
domingo, 24 de junho de 2007
.. das recordações
Deitou-se junto à noite a contemplar o céu anil. Foi invadida por uma sensação de liberdade. Seu olhar perdido na imensa escuridão voou a outro tempo, por um momento esqueceu tudo ao seu redor e enveredou num túnel fundo. Fechou os olhos e trouxe à memória tudo o que ocorrera em sua infância. A lembrança era tão vívida que parecia-lhe palpável. Quis tocar o dia, a claridade, espalmar o espectro solar nas águas do riacho, sentiu a brisa cortar seus dedos, seu corpo delgado. Depois abriu os olhos, admirou as estrelas e agradeceu à Deus tão maravilhosa inspiração.
quarta-feira, 20 de junho de 2007
caixinha de música
terça-feira, 19 de junho de 2007
.. acreditem ou não!
.. um sim
.. um não
.. uma linha reta
.. um objetivo
Agumas curvas acentuadas, outras não. Dependendo da nossa necessidade criamos rotas sinuosas, aclives, declives e retas. De toda forma a estrada muda constantemente para nos levar a qualquer direção, mas a escolha é nossa. Basta querer a melhor delas. Sim, toda estrada tem um fim.
sábado, 16 de junho de 2007
proveito mútuo..
Ela tem uma relação quase simbiótica, como se fosse sua segunda pele. Se preocupa com o estado físico, cuida deles com o esmero de um bebê, ou de um ramalhete de rosas ganhado de alguém especial. Sente que necessitam da delicadeza do tocar, organiza e os repousa na estante por gêneros. Admira a capa, as páginas, as letras a bailar no desenrolar da história. Viaja.. Quando uma folha se dobra, ela padece. Não os abandona jamais e é capaz de relê-los por duas ou mais vezes até esvaziar-se de tanto ler. E cada vez que lê o percebe diferente. Adora livro asseado, sem nódoas e cheiroso. Roça suas folhas como se acariciasse a face do ser amado, e se sente feliz por que o assegura tais cuidados. Teme que se percam um do outro, e num arroubo se deixe encantar e se levar por outros ávidos olhos a se pousarem nele..
segunda-feira, 11 de junho de 2007
Acerca de mim..
sexta-feira, 8 de junho de 2007
das lembranças...
domingo, 27 de maio de 2007
Segunda-feira aqui vou eeeu...
quarta-feira, 23 de maio de 2007
sábado, 19 de maio de 2007
Rio Arno, Firenze - Itália
domingo, 13 de maio de 2007
Um feliz dia das Mães, na profundidade do termo
quinta-feira, 10 de maio de 2007
sexta-feira, 4 de maio de 2007
..das chuvas prateadas
Ao ligar o celular as 6:00 da matina fui abençoada com esta bela mensagem, um presente da minha gêmea camarada de fé, Celina: que generosa alegrou minha manhã. Fui arrancada pelo sono deste luar, que de tão formoso é irreal. É mana, a lua choveu na tua alma, mexeu com os teus sentidos.
"Selena, tvz vc durma agora.. Eu na varanda me rendo a Lua q franca ultrapassa o limite do bom senso.. transvaza, lambe, deita, lava, alveja meu quintal, a piscina, matiza o verde, dá animo aos meus sonhos e me alcovita... Estamos simbióticas, numa transa sensual, doce, louca, silvestre e profana.. Completamente num drive-in despretenciosamente inventada por mim e cinemado por ela.."..."Pq ñ paras relógio? Breve o sol vai nascer; Detenha as horas te peço!.."
Celina Nery
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Zuzu Angel - O filme!
Assistindo dia desses em casa o dvd fui invadida por um nó na garganta, um soluço melodioso acompanhou a música do Chico, ao ponto de minhas lágrimas clamarem ser secadas, sentiam compaixão de mim, mas caudalosas me obedeciam e rolavam em meu rosto a morrer no chão. A história me deixou encantada e ao mesmo tempo revoltada, que ao meu ver, não foi contada realmente como aconteceu. Creio que houve muito mais sofrimento que não foi dito. Me identifiquei com o amor incondicional de Zuzu. Só algumas mães tem o privilégio dessa experiência. Obrigada Deus por este condão. "Angélica" - Miltinho / Chico Buarque - 1977Quem é essa mulher que canta sempre esse estribilho só queria embalar meu filho que mora na escuridão do mar Quem é essa mulher que canta sempre esse lamento só queria lembrar o tormento que fez o meu filho suspirar Quem é essa mulher que canta sempre o mesmo arranjo só queria agasalhar meu anjo e deixar seu corpo descansar Quem é essa mulher que canta como dobra um sino queria cantar por meu menino que ele já não pode mais cantar




