Enquanto teclo, ouço Ave Maria de Bach-Gounod. Não sei o que seria dos meus ouvidos se não pudessem viajar nessa obra primorosa, penso que eu seria uma pessoa pior. Hoje os meus sentimentos estão misturados, confusos, estou chateada. Absorvo muita coisa da minha casa, estou farta. Todos agem como se não precisassem da minha mão; mas que nada! Nesse momento sem meu apoio isso aqui virava uma bagunça literal. Sei que minha presença é crucial para a moral, os bons costumes e o emocional do núcleo. Mas quem tá descontente sou eu. Responsabilidade sobrecarrega. Gerir pessoas adoece. Sancta Maria... Sancta Maria... Mariiia...
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Numa tarde dessas...
A casa parece desabitada. Laly na faculdade, Mibibi ao sono dos justos, Doctor no batente, Chtiely viajando, Meury Popins ao médico. Duas percussionistas com saias vibrantes e lábios carnudos cor de urucum, viaaaajam... Meu olhar pousa - delicademente - no móvel que descansa a foto do casal a sorrirem um ao outro; estão defronte ao Grande Canal, em Veneza. Mais ao lado em outra foto, a matriarca em um momento só seu. Nossa!, o relógio me avisa que estou atrasada, mas abstraio o tic-tac enfadonho. Deste ângulo avisto a varanda, e logo depois dela, tons verdes das plantas harmonizam-se ao vermelho da alegre exória. O céu tece nuvens neon, o sol flameja no amerelo muro avivando o bailar azul da piscina. Ao fundo, uma senhora de olhar honesto pendura roupas no varal, ela parece ser tão bondosa! As roupas dançam.., é lindo! Aprecio o vento a embalar tanta poesia... Catatônica, dou-me conta do lusco-fusco; é quase noite, hora de ir pra casa. quinta-feira, 12 de novembro de 2009
P I A F, maravilhosa ! ! ! !
Sabe o que preciso? De um companheiro para assistir filmes de drama, comédia e romance que emocionam. Pode ser daqueles bem lacrimogênios com nó na garganta, recebendo cafuné acompanhado de um olhar doce enquanto o lenço macio seca minhas lágrimas. Cumplicidade... é isso. Nada mais que isso. Uma xícara de chá de erva-doce na temperatura das mãos e um ombro em doação a me amparar.quarta-feira, 11 de novembro de 2009
A P A G Ã O
Meusamiiigos... vocês acreditam nessas loucuras que as autoridades estão nos fazendo descer goela abaixo sobre o APAGÃO de ontem? Pois eu nã nã ni nã nãnnnn... não mesmo. Para mim, foi SABOTAGEM! Seriam de Hackers? Ou de Terroristas? Ou dos próprios Poderosos? Ou de Alienígenas? Será que viajei? Só o tempo dirá.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Profundidade ou textura?
domingo, 8 de novembro de 2009
¡Una fotografia de mi hija para la alegria de mi domingo!
Devo confessar algo: detesto o domingo. Caramba!, que dia chato. Eu o mastigo na presa como uma vampira tentando sugar as horas. O domingo "chá de bosta" é pré-requisito pra blogar, assistir filme e conversar com minha princesa no msn. Ai, que saudade da Cacá... tá doendo fundo. Dói muito mais aos domingos.quarta-feira, 4 de novembro de 2009
"Saber amar é saber deixar alguém te amar..."
Há somente um grande motivo para viver: amar e ser amado. O AMOR é a única razão da nossa existência. Eis um dos meus três amores. Minha primogênita. Minha pequena grande estudante de fotografia. Te amo filhota!!!! Saúde e sucesso querida. Vivo e morro de saudade... Gostei muito dessa foto. PARABÉNS!
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Híbrido...
É seu moço, algum leitor me acompanha, e é bom saber. Coisas ditas aqui, rasgadas, sangradas, esparramadas. Algumas vezes lidas. Tantas não lidas. Outras lidas e relidas. Por mim principalmente. Gosto de ler minhas linhas. Percebo depois coisas a ter evitado e muitas que faltaram. Meu consultório, minha terapia social. Viciei nesse lugar, mas está tão encalhado, caramba! Desabafar, escrever, lidar com as emoções. Sei que um lugar que pode ser lido por muito gente não pode ser encarado como privativo. E não é mesmo. São as nossas redes sociais imbricadas pelo mundo, nossas redes sociais que nos liberta de nós. E eu de mim...
terça-feira, 20 de outubro de 2009
De Madrid à Galícia...
Fotografia: Selena; Segóvia - Espanha. Junho de 2009
Enquanto eu e Cacá viajamos "pelas Espanhas", ouvimos música e sentimos os cheiros. Puta que pariu, mas eu adoro os cheiros. Da chuva, da rua molhada, do mar, de mato, da brisa da manhã, da estrada, da noite fresquinha... e até dessa cor maravilhosa que evocou os meus sentidos. Ah!, as AMAPOLAS! Protagonizam qualquer paisagem... Sentir... Sonhar... Viver... Simples assim...terça-feira, 13 de outubro de 2009
D R A M A M A R D
Deus, ouça-me? Não deixe que meus gandes desejos se desfaçam pela indolência. Procrastino todos os meus sonhos mais aspirados. Pretendo coisas, emagrecer por exemplo é o mais cobiçado, porém não busco resultados e me torno árvore. Falta-me motivação. Não é fácil. Não está sendo fácil.
sábado, 10 de outubro de 2009
Carta na manga...
Como é que a gente faz pra amolecer um coração e alcançar uma mente que nunca se mostra?
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
M A R I D O
Nada que eu argumente finca bandeira em teu território árido. Por isso penso ser perda de tempo e fico aperreada demais. Vez em quando tenho vontade de dar marcha ré. Mas reflito: colocar - positivamente - as coisas que enxergo com maior amplitude é de ultra importância, ou deixará nosso núcleo descontente.
Honestamente não entendo! Qualquer pergunta, suposição, resposta, exposição ou idéia que eu tenha, será considerada não razoável e fora do senso comum, ou até pior: uma afronta pessoal. Há vinte anos, um dos lados autorizou e lavrou - arbitrariamente -, a ter razão. Sempre. Em todo tempo. Acaso ouviste falar sobre a alternância democrática das relações? Teu coração esteve fechado ao meu sentimento, e isso me bloqueou. Culpa tua? Culpa minha? Talvez. Mas daí penso... analiso o simples e o todo. E para mim, viver sem expectativas, sem emoção, sem pensar grande, sem acreditar, sem ousar, temendo frustrações: é o maior jeito de passar a vida em branco. Não sou daquelas que teme quebrar a cara. Muito pelo contrário. Tenho medo vasto é de não tentar e tentar... muitas vezes...
sábado, 3 de outubro de 2009
V I B R A N T E
A lua nasce em meu quintal. E nasceu. Como a luz dum farol. Linda, branca, familiar. Parece ter sido lavada com água e sabão... tal alvura a furar nosso zinco - já disse Caê. Perto de mim e espalhada no chão. Parada, voando, radiante, seguindo-me. O clarão vaza as árvores. Nasce esperança... meu coração canta. Bebo de ti - Óh clara, clara, clara - todos os amores e amantes de todos os tempos...
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
do bom humor...
Hoje eu tava morrendo de raiva desse calor dos inferrnooo quando a campainha toca. Minha amiga Bete desceu do busão - o digníssimo circular - e caminhou mais dez minutos até chegar em my house. É, eu moro aonde o vento faz a curva. Má rapais... Betinha entra na sala queimada do sol em plena 1 hora da tarde, cantando e dançando numa alegria sem fim: "Vida de pooobe é difícir é difícir cumo quê, vida de pobe é difícir é difícir cumo quê...". Taí, meu humor que tava a zero pulou para escala mil. Tem que saber viver a vida... Dá-lhe Bete miau véi!quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Música para nossos corações...
Cresci ouvindo tudo quanto foi tipo de música, de Elis a Golden Boys, de Caetano a Gonzagão, de Roberto Carlos a Vinícius, de Elvis a Beatles, de Carmina Burana a Orquestra Caravelli, de Sinatra a Albert Greene - este -, cantor de soul. Tantos e tantos outros vieram como uma avalanche de prazeres. Na idade mais tenra fui apresentada a um apetite melodioso onde eu jamais haveria de me divorciar, seria casamento indissolúvel. Na casa do vovô Oliveiros, pairava uma aura vibrante que subia pelas paredes, jorrava pelas janelas, corria o corredor e por todos os cantos. A musicalidade reinava, e eu era uma deveras menina cantarolante. Saltitava, dançava, pulava... Tirávamos som até das bacias da cozinha, lugar de reunião, cantoria, alegria e petiscos. Canções ao luar, palmas, violão e nós - o som subindo aos céus. Era mágico. Parecíamos uma grande família napolitana. De minha meninice para frente foi um caminho sem volta. Conheci Chico Buarque com os vinis das minhas tias; um Chico tão maravilhosamente brilhante em suas composições, mas ao mesmo tempo melancólico no olhar. Apaixonei-me por ele perdidamente! Não tinha outra saída para meus devaneios pueris, senão adentrar suas contas transparentes. Sim, eu me via refletida na retina de Chico - em minha sagaz imaginação, é claro. E eu pensava e pensava e pensava... em praias douradas, em ondas quebrando, em romance, em um amor para além da medida... Férias em União, interior do Piauí, casa da querida vovó Neném, momentos singelos e das maiores felicidades de minha existência. Adorava organizar as centenas de bolachões. Limpava, tirava o pó, mimava-os e ouvia, ouvia e viajava... Ah!, um lugarzinho bucólico e belo. Lá atrás. Tão longe no tempo; na minha memória, tão vivo.sábado, 19 de setembro de 2009
Em nossas vidas...
Há sempre uma música, um cheiro, uma palavra, um lugar, uma película que marca algum momento. Quantos filmes assisti desde a infância, quantas viagens fui capaz de fazer pela tela do cinema, pela janela do ônibus, pelo sentimento a arder como fogo lento... Quantos filmes me ensinaram alguma coisa. Quantas melodias - instantaneamente - fizeram surgir lágrimas em meus olhos. Pois é, acordei completamente persuadida pela música e comecei bem o dia. Dediquei-me ao Aznavour e a Rita Lee: estilos diferentes, línguas distintas, histórias diversificadas, mas amo cada um em sua essência, afinal quando se fala da música a reputação é de universalidade. Absorvo a sensibilidade da canção, o significado que ela traduz, a poesia e consigo invadi-la como uma penetra invade um show na hora dos "miseráveis". Esse foi meu show particular, Charles Aznavour cantou só para mim; Rita também. E viva a verdadeira música de qualidade! Grande manhã a minha.sexta-feira, 11 de setembro de 2009
"A Rosa Dos Ventos Danou-se"...
Por alguma causa de sentido figurado, o norte sempre foi associado a uma orientação que indica o rumo certo. Mas como ligar essa idéia do Norte aplicada às nossas vidas? Acontece tanta transformação em nosso cotidiano em diferentes situações, a transitoriedade altera nossa bússola interior, nossa mente, nosso desejo... Começamos a crer que talvez a melhor maneira ou direção não seja - então - para o norte, mas a leste, ou a sul, ou em qualquer outro lugar.
Nesse caso, os pontos cardeais de nada valem senão dentro de nossas necessidades e expectativas. Portanto, a decisão em adotar e assumir nossa subjetividade, nosso estilo de vida é, na real, abrir-se à mudança e nunca se acomodar. Tudo muda e não há outro jeito, os dias correm! Vai depender de como encaramos a fugacidade da vida. Exige negociar com o imperativo tempo, aliando-o a motivação, esforço, ânimo, empenho, tentativas de superação, e assim por diante... Significa dizer que: devemos estar cientes que objetivos e sonhos serão abençoados, através da nossa vontade munida de trabalho duro!
E mesmo que eu esmoreça quando em vez, sei para onde seguir, posto que, não é motivo para perder o vigor, acredito nisso. Devo me preparar para começar. Se cair hoje, levantarei amanhã. Mas antes de tudo, devo estar atenta em cada amanhecer. Garra, amor e paixão; ou esqueça! Se legitimamente eu não estiver apaixonada por essas três palavras, torno-me desmilinguida, sem forças, sem luz. Serve à todos. Sem paixão, definitivamente esqueçam! Apaga-se a luz.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
COMER REZAR AMAR
Meus livros são todos sublinhados. Ao passo que vou lendo grifo as coisas que me chamam atenção, algo como ir me encontrando dentro da leitura. Por conta de uma crise existencial, comecei - pela segunda vez - a ler COMER REZAR AMAR. Coisas que da primeira vez passaram despercebidas, já estou com o lápis a postos, e ao acompanhar Lis, engordando "feliz" pela Itália (Freud explica), junto ao deleite da gastronomia, a minha memória fotográfica vai me tomando por completo. Fui à Itália três vezes. Este é o país em que mais sou movida pela paixão e sentidos. Gosto de cada centelha, cada detalhe, cada experimento, cada cheiro... enfim. Da Itália, Liz, ruma para Índia, encontrar seu equilíbrio espiritual adormecido. Deseja SER mais, sentir mais, pensar mais, rezar mais, e acima de tudo, aprender a meditar. Na Indonésia, comunga com o transcendental e se torna aluna de um sábio Xamã, exercitando a harmonia. Ainda em Bali, apaixona-se por um brasileiro. Falando mais sobre a protagonista Elizabeth Gilbert, e sua decisão de largar tudo por um ano e se jogar ao prazer de viver e aprender, aí vai a dica: uma mulher com quase trinta anos e uma profissão bem sucedida, casada e sem filhos, sentia opacidade em seu cotidiano. Insatisfeita com o casamento pede o divórcio, entra em depressão, e enfrenta mais um amor que vem a ruir. Deixa tudo, bens materiais, irmã, sobrinho... Pede as contas do emprego e parte para uma viagem de um ano em busca de si mesma. O livro é interessante, honesto, sarcástico e sedutor. Capaz de mostrar que nada está perdido, ainda que não vejamos luz alguma no fim do túnel. Pode parecer autoajuda mas nao é. Ei-lo então! Como Liz, vou tentar ficar vinte e quatro horas sem falar, juro que vou. Um dos momentos que me deu a chacoalhada crucial, das de sacudir os miolos. ¨Selena, silencia-te... e ao deitar, entoa o mantra: Om Namah Shivaya¨, que significa: ¨Eu saúdo a divindade que reside em mim¨. Afinal de contas, há muito mais perguntas na vida do que respostas. Revela-se quem quer e tem coragem para tanto. segunda-feira, 31 de agosto de 2009
I n s t i n t i v o
Há dias que meu olhar é puro desencanto, palavras são dolentes e sem sabedoria. Há dias que meus olhos são como vitrais, enxergo o céu em belos desenhos coloridos. É o sol que deita e explode, é meu peito que infla feroz - de amor. Há dias em que o sol também é opaco. Há dias, dias muito brilhantes... suspendo o caminho da angústia e desvio-me para brilhância da seda. É onde meu SER mais profundo grita: VIDA! Assim dou-lhe voz.
sábado, 29 de agosto de 2009
EPITÁFIO para MICHAEL JACKSON
O mundo me retratou como o bizarro que não aceitou envelhecer. Sentir-me Peter Pan, fez parte de meu aforismo não segredado, da minha vontade arrebatada que a humanidade ainda dê certo. Um lugar mais bonito em que as crianças sejam amadas e respeitadas como realmente precisam...Virar gente grande para quê? Se dizem que precisava de ajuda: por que não me socorreram?! Ao contrário; açoitaram-me a alma, devastaram-me as emoções. Solitário e esquisito? Talvez. Todavia, nunca fiz mal a uma criança. Eu as amei de todo meu coração...
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Onde falhei?
Minha vida anda meio nonsense. Preocupações novas, peito aflito, angústia subindo pela garganta. Tudo é uma questão de saber lidar com os problemas. É uma questão de observação e equilíbrio emocional. Jogo de cintura! É isso. Pessoas me são caras, especialmente as que saíram de minhas entranhas. Comportamentos, conduta, decepções na estrada. A emoção me consome. Avalio a vida... as coisas que ainda virão. Não esperava isso. Esperava mais que isso. Coisas boas. Minha cabeça ferve. Nossa relação fica arranhada. Resta o tempo. A espreita da espera. Torcer e acreditar que tudo dê certo. Estou me esforçando. Estou assustada. Estou apavorada. Estou entorpecida. Estou dormindo. Estou confiante. Estou esperançosa. Estou no colo de Deus. Tanta coisa estou... e sou! Sou um olho no gato o outro no peixe. Não abandonarei o barco diante do mar. Jamais. E como dizia o grande Vinícius, o poeta só é grande se sofrer. Nesse momento sou poesia, dor e amor... é que o sangue corre nas veias: filhos criados trabalho dobrado.domingo, 23 de agosto de 2009
da irascibilidade...
A natureza humana está cada dia mais violenta, as pessoas embrutecem em sua fúria dilacerante. Acessos de loucura e palavras de faca são lançadas ao deus dará, basta que se sintam contrariados na sua impetuosidade antivalor. Dedos em riste atiram-se raivosos diante do outro, cuspos respingam as caras. O próximo não é tão próximo assim: Fodam-se todos! Pessoas matam pessoas por um par de tênis, por cinco reais, por nada. A humanidade não é tão benfazeja como aprendemos na infância... Piedaaaade, piedaaade, piedaaade Senhor; Piedaade, piedaade, piedaaade de nós? Dia deita, dia levanta e a escória do mundo devora corações. Vidas se tornam banais. É, esse lugar que já foi tão bom não dá mais criar gente não. Compaixão não existe mais nesse planeta. Diz a Bíblia: "Tudo aqui debaixo desse céu e desse sol é vaidade e vento que passa"... Pena!!!
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
das recordações.
Ow marido, eu tô com tanta saudade de nós dois! Do começo, da construção, dos sonhos... Cadê tudo? Foi-se?! Tá lá atrás, espectral? Era bom na medida do possível, houve plenitude, altos e baixos, alegria. Tenho tanta lembrança das crianças, do apartamento em Beagá, da homeostasia dos muitos momentos difíceis. Do cotidiano delicioso que passeava por meus cabelos, do meu seio alimentador, do bebê colocando o dedinho nos meus lábios... doação... troca... Saudade da papinha que sujava meus amores, das mamadeiras, das noites que não dormi velando o sono de nossos pequenos. Saudade da aura que serpenteava pelos objetos da casa, posso ouvir e sentir o cheiro do nosso lar, enxergar o sol entrando no quarto, posso ouvir o som doce da respiração das crianças dormindo. Saudade! Até do frio que nos deixava mais próximos...
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