Romeu e Julieta, o sentimento sublime do amor maior não concretizado em sua última instância: casar, constituir família, ter filhos, netos e envelhecer juntos. Por esse motivo tal amor esteja substantivado em nossa memória há séculos sem fim como perfeito. Eles morreram sem passar pelos perrengues, não tiveram tempo de vivenciar o prazer, ou se amargurar das desilusões do relacionamento a dois. Nem Romeu nem Julieta se estressaram ou deixaram a desejar um com o outro. Também não foram infiéis e nem administraram a relação. Não cuidaram de filhos doentes, nem passaram noites em claro a esperar um dos amados. Também não cortaram dobrados com filhos aborrecentes. Romeu nunca ficou de frente pra TV, assistindo futebol e fazendo “alterocopismo”. Julieta não teve tempo de engordar e perder a bela forma física. Esse foi e será para sempre o amor surreal que nunca tirou as devidas lições. Não tiveram tempo. sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Modelo de amor ou fruto da imaginação?
Romeu e Julieta, o sentimento sublime do amor maior não concretizado em sua última instância: casar, constituir família, ter filhos, netos e envelhecer juntos. Por esse motivo tal amor esteja substantivado em nossa memória há séculos sem fim como perfeito. Eles morreram sem passar pelos perrengues, não tiveram tempo de vivenciar o prazer, ou se amargurar das desilusões do relacionamento a dois. Nem Romeu nem Julieta se estressaram ou deixaram a desejar um com o outro. Também não foram infiéis e nem administraram a relação. Não cuidaram de filhos doentes, nem passaram noites em claro a esperar um dos amados. Também não cortaram dobrados com filhos aborrecentes. Romeu nunca ficou de frente pra TV, assistindo futebol e fazendo “alterocopismo”. Julieta não teve tempo de engordar e perder a bela forma física. Esse foi e será para sempre o amor surreal que nunca tirou as devidas lições. Não tiveram tempo. quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
S A L G A D A S
Lágrimas pulam em meu rosto feito brasas. Do direito postulado de vazar minha dor. Lágrimas caem de mim em doces beijos. Da alegria que me aquieta e me define.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
a poesia da vida...
Ah! Apetece-me vaguear, contemplar a cortina violeta do céu que cora, que conduz o lusco-fusco da tarde, onde acendem as luzes da cidade e as de Natal. Crianças brincam na rua, os transeuntes visitam as praças, os solitários vagueiam, os apaixonados se afogam de vinho, os aflitos dobram os joelhos ao fim do dia, as igrejas pregam a verdade, os restaurantes se preparam para receber os clientes, a noite recomeça... À hora em que pessoas voltam do trabalho para suas casas, em que o habitual regressa, onde todos se encontram para o jantar. Aconchego e calor. Lar. Família. Filhos. Valores. Cuidar dessa instituição. Dividir para somar. Dialogar... contar o dia ao outro... encontro e abraço. Do cotidiano. Vulgar. Repetidas vezes, mas nunca iguais... da imprevisibilidade e da esperança... da afetividade fecunda no riso santificado. Das bênçãos. Da manifestação genuína do amor em busca de consciência e liberdade de cada um. Do respeito às diferenças. Do bem para o bem... é simples... e é tanto... quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
V I E S T E
Meus sentidos ficaram espertos porque chegaste. E como quem não quer nada, deste teu recado. Faltou energia, a casa ficou do jeitinho que eu gosto: escura e envolvida pelo azul elétrico. Vieste calada e a fórceps. Pausada e avassaladora. Sorrindo com o vento e cantando pra mim. Daquela mesma maneira sequiosa que tanto te esperei quando menina, e que o dia seguinte tinha cor de limpeza. Vieste brava e alegre. A pisar o telhado, a invadir a janela e me cuspir a cara. Vieste porque tanto gritei por ti. Porque tudo tem tempo e hora. Vieste. Com a explosão e a força da natureza que me faz viva. E então... Imperativa. Cheirosa. Caudalosa. Renovada... Vieste.segunda-feira, 24 de novembro de 2008
sábado, 22 de novembro de 2008
do amor ao ódio; da resignação à LUZ...
No princípio quem sempre aplaudiu foi eu. Fui alegre e triste e depois fui de novo alegre e triste. Doação sem condições. Dor? Das mais cortantes. Saudade? Moeu os ossos da alma, das coisas vividas e das não vividas. Afeto? Dos afetos sou, afetuosa me refaço. Já chorei tanto que queimou a pele do meu rosto. Ridiculamente possessiva um dia fui. Intensamente lasciva, também fui. Fui paixão tirana e vaporizei meu eu. Escancarei gargalhada de faltar o fôlego dentro da boca dele. Também já beirei o precipício e fui tragada anti-o-vácuo. O verbo bradei aos quatro cantos a explodir meus pulmões que de amor não me cabia IMENSO... Imediatismo era minha vã filosofia, dei com os burros n'água e o Caos me harmonizou. Hoje sou feita da paciência. Da espera. Do sereno. Quem sempre fez festa pra ele e por ironia do destino a derradeira, a saber, fui eu. Fui rumo, desvio e cólera. Fui âncora, choro e ritmo. Fui a bendita e a desdita. A santa e a puta. Fui personagens dos livros que li. Dos filmes e novelas que assisti. De tudo que observei. De tudo que vivi. De tudo que ri. Fui a explosão da escrita, da voz e do silêncio. Da traição que sangrou, e do perdão que coagulou. Ora sensibilidade, ora pedra. Sangria e homeostasia. Padecimento e prazer. De tudo um pouco. Do sentimento requentado e absolvido. Revelado a si.... revela-se. E esta que vos fala, com dor e analgesia, ora perdida, ora encontrada, ainda sou eu... quinta-feira, 20 de novembro de 2008
O Amor está no AR ! ! ! ! ! ! ! !
John Paul Yong - Love Is In The Air
Bateu-me hoje aquela vontadezinha de cantar aos quatro ventos essa música...
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Seu Santo Nome está gravado na palma de tuas mãos
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Meu filho Pedro...
Que alegra a casa
Que faz a diferença em minha vida
Que faz do meu mundo poesia
Que planta uma árvore e nunca esquece de regar
Que me faz viva
Que me eleva para perto de Deus
Que aconchego em meus braços, mas cresce a cada instante
Que ontem foi meu bebê, hoje é um rapazinho, mas ainda é o mesmo
Que desliza entre meus dedos e recua em seguida
Que me liberta, me aprisiona, mas renasce em mim Que mostro o caminho do bem
Que me amadurece setenta vezes
Que me torna uma pessoa melhor
Que me ensina a ser tudo
Que nunca me faz desistir
Que daqui uns dias será dos braços do mundo Que há quatorze anos me dá a sensação indescritível de ouvir a palavra: Mãe.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Que baixe em mim a Samantha ! ! !
Sexta-feira. Dia de faxina braba. É o que minha casa precisa há um punhado de dias. Daquelas de aspirar o pó da parede e espremer o assoalho, com água, sabão e alvejante. Bem, eu poderia mentir aqui pra vocês se dissesse que adoro dançar com a fregona no chão da casa, ora pois, não animo não; porém, se for ouvindo uma boa música até que dá pra enfrentar a labuta. Quando se trata do cheirinho de limpeza se espalhando pelo ar, aí sim, desce a ínfima coragem de encarar a sujeira de frente. Mas, também, é nesse momento que me lembro da Feiticeira, uma das minhas prediletas da infância. Ela era educada, linda, elegante e bondosa. Tinha super-poderes, um casamento perfeito, filhos perfeitos, mas ainda assim tocava a vida como uma reles mortal. Claro, que Endora - sua mãe, fazia as tantas bruxarias para minar seu casamento, mas neste campo o amor sempre falou mais alto. Eu adorava imitá-la quando torcia o nariz para desfazer algum feitiço ruim de sua aloprada mãe. Ah, meus amigos!, quando menina, juro que tentei aprender aquele charmoso gesto a qualquer custo. Imaginem! Em questões de segundos, torcer a boca e o nariz e consertar algumas coisas das nossas vidas: as mal feitas, as não feitas e as feitas da forma errada. No entanto, nenhum feitiço é melhor que o tempo rei. E os clichês? Servirão para colorir o feitiço que é viver. terça-feira, 11 de novembro de 2008
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Vou ali na esquina, talvez não me demore...
Apetece-me este meu e vosso espaço. Desde um bom tempo mantive esta tribuna cada dia mais viva, no entanto, poderia excluir este blog com apenas um click e depois me arrepender perdidamente. Uma das tantas mulheres que há em mim quer por fim de vez; a outra quer ficar por aqui observando a vida. Conversei com elas e decidimos então pelo equilíbrio. É que, para esse momento, sinto-me desmotivada. Gosto de sangrar a palavra, de sobrenadar a deixa, de esvoaçar as letras! Mas, com pressão e sem paixão não tem graça. E em verdade vos digo: meu saco encheu. Para escrever tem que fluir, e eu estou chateada com esse mundo, sabe?! Esse lugar aqui não serve mais pra criar gente não! Nesse caso, voltarei quando sentir prazer. Quanto tempo? Ah!, não sei... o tempo necessário em que viajarei um pouco: para dentro de mim. Obrigada aos que por aqui passaram...
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Tragédia em Santo André: GLAMOURIZÁVEL ? ? ?
Chorei, chorei e chorei. O país chorou. Choramos todos. Eloá Cristina se foi... e de graça! Quem de nós será a próxima vítima? A imprensa, a polícia, os apresentadores, a mídia, o hospital, todos eles sensacionalistas. E por tabela também o somos. Dado ao drama da vida real, algo sinistro martela minha cabeça. O infortúnio da garota de quinze anos morta por um bandido desumano que se passou por ciumento possessivo, pode sim render "zilhões" do vil metal. A menina sentenciada pelo desdito ex-namorado pagou o preço mais alto que existe, para isso sofreu mais de cem horas antes de levar dois tiros, um deles fatal. Esteve ao lado de Nayara sua amiga fiel que, quando teve a chance de sair do cárcere, voltou a pedido da polícia. E agora José? Depois desse fim lastimoso a população inconformada quer saber: o que ocorreu para o insucesso do caso? Por que demoraram tanto para minar o sequestrador "passional"? Por que a polícia pediu Nayara - que é menor de idade, voltar ao apartamento? Por que não atiraram em Lindemberg se tiveram seis chances para isso? No entanto, tantos porquês avivam nossa revolta. Curiosos tiravam casquinhas com seus celulares. Fotos, muitas fotos da menina morta no caixão no afã de dizer "eu vi, olhem aqui!", ou até mesmo para substantivar Eloá. De toda forma, que vergonha! Se lá eu estivesse colocaria ordem na casa, gritava em um megafone àqueles abutres filadores de megapixels: foooora daquiiii seus poorras!! Filhos da puuuuta, vão se foder!!! Eu tenho para mim que esta fatídica história pode render muito dinheiro. A família de Nayara já pede ao Estado, 2 Mi de R$. Dindin que daria para assegurar a não violência com cursos de reciclagem etc. Resta-nos esperar se a mãe de Eloá receberá a indecente proposta de vender os direitos de sua maior dor. Será que um dia assistiremos tal desgraça na telona? Não, não pensem que sou cruel, por favor! Às vezes eu peço para Deus me salvar de mim, pois tenho uns pensamentos tresloucados. Na verdade, só estou tentando ler o jornal do mês seguinte. É que o mundo baby, é repugnante!, e está recheado de oportunismo e oportunistas, cada um querendo o seu quinhão. O tempo dirá... Como não pude escolher o lugar que nasci, vou lagarteando nesse país cheio de hipocrisia e "jeitinho brasileiro". Não é culpa minha nem sua. Entretanto, nossa cultura, legada, passada, repassada e requentada por mais de quinhentos anos faz jus ao velho ditado: "A cultura de um povo não se muda".terça-feira, 21 de outubro de 2008
Feliz aniversário Mamãe ! ! !
Maria das Dôres Ferreira: É Mãe, avó, bisavó. Mas antes de tudo é uma mulher apaixonada pela vida... e como ela mesmo diz: "Viver é bom demais!"
Há sentimentos que jamais acabarão pelo simples fato de ser mais forte que a vida! Porque o verbo se faz presente em todos os que te amam, porque do verbo nos alimentamos, porque do verbo vivemos para ti, porque nossos olhos se iluminam ao te olhar, porque nossos lábios sorriem ao te beijar... 
Há sentimentos que jamais acabarão pelo simples fato de ser mais forte que a vida! Porque o verbo se faz presente em todos os que te amam, porque do verbo nos alimentamos, porque do verbo vivemos para ti, porque nossos olhos se iluminam ao te olhar, porque nossos lábios sorriem ao te beijar... Porque exatamente hoje, no teu dia, o céu está maravilhosamente azul... porque rigorosamente hoje nada aborrece, porque extraordinariamente hoje paira a absoluta serenidade no ar... porque vale as emoções sonhar, porque em ti sempre vamos habitar... porque esta minha verborragia - consoante - é para dizer que muitos anos ainda iremos comemorar... Porque assim Deus vai nos brindar...
São os desejos de teus filhos: Osmar, Gracinha, Lurdinha, Antonio, Socorro, Otaviano, Ceiça, Desterro, Eveline, Celina e Celene.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Meu adorável núcleo familiar...
Sorri!
Um sorriso involuntário, quase que orgânico.
Foi sorriso protetor. Foi sorriso anti-corpus.
Foi sorriso salvador.
Foi sorriso triunfante sobre o vírus da tristeza.
Apenas sorri...
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
da inevitável condição de amar...
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
S O N H O S O H N O S
Penso que minha carência está numa categoria elevadíssima. De 0 a 10 devo estar em 9,9. Vejam só! Dia desses sonhei com um amor, aliás, eram dois amores esfuziantes. Um deles era nada mais nada menos que Caetano Veloso, e com aquele ar vadio e sedutor cantava ao meu ouvido dizendo ser o “último romântico”. O outro amor, de tão plural e imenso, cravou-me feito tatuagem. Era simbiótica nossa troca, mas ao mesmo tempo essa intensidade que transcendia também me confundia em questão de segundos. Eu não compreendia quem era eu ou ele, pois nossos corpos se misturavam em nós. Desse amor, nem às paredes confesso. Mas para que mesmo dizer os meus intangíveis amores? Eles se vêm e se vão como um delicioso e impalpável sonho. Sonhar é bom sobremaneira!, é onde consigo voar e ser sublime... é onde encontro meu ideal de amor, todos com o perfil do homem adequado em mim, aquele que sabe amar a minha medida. No entanto, a vida real não cumpre os meus roteiros.quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Se la vie...
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Da série: V I V E R ! ! !
Ema, minha prima amada, e eu. Maracanãzinho - RJ
Da vida quero só um pouquinho. Não, não... ou também pode ser um poucão! A Saúde pra enfrentar os desarranjos do corpo. O Trabalho pra me fazer útil. O Dinheiro pra garantir dignidade a meu modesto talento perdulário. O Amor ilimitado e o conquistável. A Paixão pra me lambuzar de mel e vinho. A Harmonia pra equilibrar momentos alegres dos aborrecentes. A Sabedoria pra processar os sins e os nãos que ainda ouvirei. Bem necessariamente nessa ordem.
Da vida quero só um pouquinho. Não, não... ou também pode ser um poucão! A Saúde pra enfrentar os desarranjos do corpo. O Trabalho pra me fazer útil. O Dinheiro pra garantir dignidade a meu modesto talento perdulário. O Amor ilimitado e o conquistável. A Paixão pra me lambuzar de mel e vinho. A Harmonia pra equilibrar momentos alegres dos aborrecentes. A Sabedoria pra processar os sins e os nãos que ainda ouvirei. Bem necessariamente nessa ordem.sábado, 11 de outubro de 2008
Por que elas não secam?
Sanguíneas lágrimas me cospem para me socorrer. Parecem sair de minha própria caixa dágua. Tenho vontade de chorar toda água do mundo. Meus sentimentos se descontrolam e o sistema límbico corresponde, libera-se em minha face num caudaloso rio quente. Mordentes, elas picam minha pele flácida. Torturam-me para desobrigar minh'alma. Meu pranto me defende do medo, da angústia e da indiferença. Estou emocional demais, choro tanto que sinto meu coração não mais agüentar. Dói, dói e dói...
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
E haverá aplausos ao final...
O show ainda não acabou.. e tudo continua como deve ser. Mesmo com contratempos e alegrias eu ainda consigo transformar minha existência em um teatro ou em apenas uma película de um filme francês noir. Passam-se as horas, os dias, os anos... mas o tempo não pára. Eita frase sábia! Tento ser a mais pura e simples possível, mas se é isso o que sou, qual outra alternativa? Continuo olhando a vida de frente para fora de uma janela alta, de maneira que, meus olhos se tornam cortinas abertas para receber a luz do mundo. A luz solar. Uma luz divinal como a de ontem no lusco-fusco do qual esquentou-me no fim da tarde. Eu aqui, na casa da minha irmã SOS, em Brasília. Mas, todavia, contudo, entretanto: minha casa me espera tal gato na tapera. Devo ir para os meus, porém também desejo ficar nesse lugar que dá gôsto de estar. E o espetáculo? Ah!, este não pode parar... é a simplicidade de viver... e de vida nova que virá... Na fotografia acima estão: minha querida sobrinha Luciara, e meu sobrinho(a)... um principezinho ou uma princesinha, a esperar que venha cheio de saúde. Amém...
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
PARA LEITÃO O SENTIMENTO É DE DECEPÇÃO
Mesmo vencendo a Tailândia de 3X2, a oportunidade do time lusitano de se classificar para 2° fase do mundial de futsal acabou hoje. Mas meuamiiiigo e leitor!, sabe aquela sensação de correr, buscar, nadar e morrer afogado na praia? Bem por aiií... É assim que sinto pelos irmãos portugueses. Entonces, fui ao dicionário pesquisar a palavra conchavo e olha só o que encontrei: CONCHAVO => Ato de conchavar; acordo; combinação; ajuste; união; conluio; mancomunação. Quer dizer que CONCHAVAR é a mesma coisa que acomodar-se às circunstâncias. Há CONCHAVO na política, no comércio, na religião, no casamento, nas organizações, no ESPORTE e no diabo a quatro. Esta vida só existe no que diz respeito ao ganha-ganha vil que, se vende baixo, para gozar da falsa glória de si forçando a inglória de outros; mesmo que seja pelo tão famoso pacto da mentira. A tal da troca. A fraude nas competições se sobrepondo ao encontro das nações de forma honrosa, do jogar limpo, da entrega, da garra, da raça e da PAIXÃO. E, se, me alio a ti, derrubamos eles. Falta ética à humanidade. São os critérios tortuosos para um determinado fim. Falta de caráter. E porque não dizer: o lucro de um bando de filhos da puuuuta!!!! Resta-me apenas uma única frase: A Itália entregou o jogo pro Paraguai a troco de quê? Ah! Façam-me o favor de arderem todos no fogo do inferno, seus maleditos!!! Va Fan Culo tutti!!!quarta-feira, 1 de outubro de 2008
BSB
Ontem caiu um pé d'agua aqui em Brasília. Antes da chuva o céu tinha uma luminosidade surreal, algo como raios emitidos por Deus. Nossa Mãe!... que céu maravilhoso! Eu não resisti e saí fotografando a chuva em sua mansidão. Fui então ao 3° e último pavimento da casa - a varanda e, avistei a cidade ao longe com seus prédios, parecia uma paisagem de concreto anuviada pelo tempo fechado, mas a cor estava tão bonita que arrisquei-me ficar debaixo dos raios. Decidi visitar minha querida irmã Socorra antes da minha paragem pelo Rio, eu e Cacá, rumando à cidade maravilhosa. E choveu gostoso aqui em BSB. É que as estações se repetem durante a vida e em nós... Choveu para libertar-me. Choveu pra mim. Choveu por mim. Choveu lá fora...
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