quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

do consumismo... ad eternum

Quem disse que a ditadura acabou?! A verdade é que vivemos sob a ditadura do consumo desenfreado, somos induzidos pela pesada massa do marketing e da propaganda ao convencimento de compra. Comprar e comprar muito, eis a questão! Somos levados a acreditar que seremos os melhores se comprarmos, se prosperarmos e triunfarmos. Queremos casa na cidade, na praia e no campo; queremos roupas, carros, restaurantes, viagens... e a bola de neve vai crescendo e invertendo os essenciais valores que realmente importam. Compramos mais do que precisamos e entulhamos nossas vidas de futilidades, pois além da tentação ser uma arma poderosa e feroz, toda estratégia é para pegar nós mulheres que, de bobocas, embarcamos nessa nave louca. Diga-se de passagem, homens adoram carros, casas etcetera e tal, no entanto, a jogada para atrair a massa de compradores em potencial é para nós, as mulheres. Sim, mulheres detêm o poder de compra... e quando não compram são exímias influenciadoras. Agora meus caros colegas, digam-me uma coisa: qual a causa da maior crise econômica do planeta? Nós mulheres? Não, é claro. Mas o capitalismo selvagem, a ausência do SIMPLES. Afinal de contas, somos o que somos e não o que temos. Onde está essa tênue diferença entre o Ser e o Ter? Pensemos nisso.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

qual preferes???

Mousse de morango ou sexo??

Mousse de morangooo!!!!!!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

dos clássicos...

Uma vez escrevi que sempre gosto de ler primeiro o livro e só então depois ver o filme. Mas confesso, dessa vez foi diferente. Ao assistir o filme nasceu a vontade de ler o livro, pela primeira vez leio Tolstoi: Anna Karenina. O desenvolvimento de cada personagem é interessantíssimo. Seus conflitos, seus estados de espírito, a dinâmica, o bem e o mal, a virtude e o não acabado. O autor consegue colocar muito bem ao leitor, e já vale 10 pelo conjunto da obra. Um belo romance entremeado na aristocrática Rússia czarista - século XIX, onde o próprio vivia. Anna viaja para Moscou a fim de salvar o casamento de seu irmão, mas por ironia do destino se apaixona por um militar, a paixão fala mais alto e Anna deixa marido e filho. Mas como é de certo um dia toda "paixão" fenecer, não sabe lidar com a rejeição e o remorso. Num momento de grande desespero, joga-se na linha do trem. Arrependimento, ciúme, dor, angústia, vingança? Contradições a parte. Anna comete suicídio! O desenrolar permeia pelo pecado original, as crises existenciais, suas aspirações, a complexidade na família, as classes sociais, a passionalidade, enfim... o conflito das histórias que seguem paralelamente. Também aborda o entendimento das relações interpessoais, seus valores morais e religiosos e, igualmente, os políticos. O livro é excelente, bem mais que o filme. Pena que Anna morre.
“Todas as famílias felizes são iguais, as infelizes o são cada uma a sua maneira”

TOLSTOI em ANNA KARENINA

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

da parceria...

A polaridade rebentando o fio da navalha, talvez seja a única oportunidade para olhar uma situação pelo melhor ângulo e com compaixão. Porque sou pequena, sou tudo e nada; aqui, ali, acolá na fração do segundo chamado vida. Vidas nossas a caminharmos lado a lado. Se eu não tentar perceber, virar a cara, não reagir, não estender minha mão, serei detestável. São estes pontapés que me impelem a continuar a peleja, a ajudar quem tanto me ajudou. De certa forma, mesmo com as perdas e os ganhos, sou-lhe grata. Porque estamos juntos nesse barco - por enquanto à deriva, mas acredite, não vou esmorecer. Pode apostar.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

da série: V O Y E U R

Gozado... mas qualquer coisa da vida do outro sendo devassado pela lente da TV, apetece. Personagens são construídos, mascarados ou desmascarados, atuando ou não, que seja. No Reality Show, encontramos nas pessoas elementos se arquitetando, ambicionam a aceitação dentro e fora da tela. No entanto, mais dia menos dia o stresse do confinamento desenrola os verdadeiros traços de personalidade... a natureza de cada um, a mente de cada um, a condição humana de cada um... cai o pano do grande teatro. Dificilmente alguém sai ileso da bolha... de toda forma, é para eles transformador. E assistir a este desenvolver é interessante por demais... "tipo assim"... Ah, isso vicia foofes!!!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

M A V I E

Meu olhar coruja se perde apaixonado, assombrado, cala-me a voz... é tua beleza forte, marcante, cheia de charme... é teu conversar cadenciado, eloqüente, em soquinhos. Tu mostras a verdadeira face do núcleo familiar, onde o amor tem ressonância no pulsar das veias. Tu que és uma ilusionista das palavras, que as imprime com perfeição. Tu que és uma principiante da vida... que tens urgência em voar...

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

A M O R M E U

Sabe quando a alegria gira, gira e gira dentro de você? Palavras não me bastam nem decifram o sentimento absoluto. Nenhuma expressão colore as cores do arco-íris das quais me visto de ti... Felicidade, teu nome é Pedro!!! Porque teu amor mata minha sede... porque teu amor mata minha fome... porque teu amor me liberta para poder amar mais e mais...

V I D A M I N H A

De todas as palavras que me vestem, do momento congelado no papel: nenhuma delas podem suprimir o nó na garganta quando olho para esta imagem.
Minha
filhinha Catarina, aos 18 meses, meu piu-piu, minha alegria de viver, meu raiar da manhã, meu tudo!!!
Tempos bons...

domingo, 15 de fevereiro de 2009

e ontem...

A sinusite. O dia péssimo. Os ossos da face com a sensação de quebrados. Vários remédios durante o dia fora os triviais. Antialérgico, antiinflamatório e corticóide. Dormir a tarde toda. Acordar nova. Às dezenove café com leite e pão quentinho. Jornal. Novela. BBB. Aqui e acolá considerações acerca dos confinados. Grito de cá, essa Naná é uma figuura! Minha filha grita de lá - mãe tu é opiniosa mermoo, tá gostando da Naná hein? Zapeio a SKY. Vôo pras músicas. Canal 300. Fico matutando. Sem coragem pra nada. Continuo ouvindo música. Serpenteando no sofá. Decido. Favorito é uma idéia. Tô cansada de casa hoje! Chega de mazela. Um banho pra acordar. Delicio-me com sushi e afins. Converso com minha filha. Fazemos planos. Mais ela do que eu. Ela diz não perder o foco. Asseguro-a firmemente de nunca se esquecer disso. Também tenho planos e principio qualquer coisa. Ela ri, mas diz que posso. Entonces replico. Erasmo, um amigo que vive em Florianópolis, disse-me que acredita muito na força de vontade; ele é prova viva da garra de vencer seus desafios. Caracas! Essa frase vez em quando martela minha cabeça. Conversa vai e vem em mais de duas horas de link despreocupado entre nós. O vento delicioso entre as mesas limpa a madrugada. Cada qual com seu colóquio no seu quadrado. Trocas. Enredos. Vidas pulsando. Uma mãe – na mesa ao lado, atende o celular e brada ao filho que ele não vai sair. A noite divaga. Alguns a olham. Nós também. Verifico a hora. Xiiiii Palloma... vamos vazar!? Garçom? Por favor, a dolorosa. Oh, como tenho compaixão pelos garçons! Mas deixa isso pra outro poste. Já é madrugada... ela veio ninar os notívagos. Cama, ritual and pillows.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

David Bowie: M A R A V I L H O S O ! ! !

Sim. Viva Bowie! Com uma maneira multifacetada e teatral de se apresentar e uma postura andrógena, já vendeu mais de 136 milhões de álbuns no mundo inteiro. Ele ama, atua, produz, desenha, pinta, escreve e é também escultor nas horas vagas; além de cantar com a alma e tocar nosso coração, é claro. Para mim, esta é uma de suas melhores performances que já assisti, não apenas pela bela canção, mas porque dá gôsto de ver e ouvir este lendário artista. Além do mais, está bem melhor agora e parece mais feliz e mais sábio. De encher os olhos de brilho. Perfeito!!!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Bendito Seja O Teu Nome...

Mesmo que eu não Te toque, mesmo que eu não Te veja. Porque Tu me abres o olhar e me tiras dessa cegueira, para que eu me estruture, acredite e exercite minha fé. Porque Tu estás no controle da espaçonave Terra, para que eu reflita, seja mais humana e entenda como se deve tripular em nome da ética e do bem para o bem. Mas principalmente que eu o pratique, e enxergue a necessidade do coletivo e o que em verdade têm sentido. A natureza, as coisas simples, o outro. Que eu não seja tão medíocre como sou. Que eu me repreenda a cada passo infalso dado. Que eu Te siga acima de tudo... que eu conjugue o verbo amar na sua essência. Que eu compreenda, aprenda e conheça... e que cada degrau que eu venha a subir nunca derrube o que ficou atrás. E que eu sempre Te sinta em mim, porque é de Ti que preciso em todos os momentos... Amém.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

apetece-me...

Há dias em que desejo cheirar a grama molhada, outros dias prefiro que o embalar da rede me leve aos meus sonhos, enquanto olho as nuvens se modificando. Há dias como hoje, que a lua parece a grife de um jeans que os deuses vestem. Há dias que acredito que posso me entusiasmar, ousar, pirar, enlouquecer, vencer e usar o bom senso... E há dias em que anseio capturar tudo isso atrás de uma meta. Seja como for e estando como esteja, existem os dias em que quero trocar tudo em prol de um objetivo maior. Todo esse sentir é a arte se apresentando em mim. Porque a criatividade é minha respiração... porque ela doma meu ócio... e eu (a)prendo.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

do quereres...

Queria voltar pra casca. Ficar lá. Quieta. Parada. Inerte. No breu. Presa e livre. Queria não ser responsável por nada. Quero liberdade. Queria o verbo intransitivo me completando no avesso e no direito. Quero amar além da medida. Queria morar no sul da Espanha. Queria tragar Roma. Queria falar italiano, francês, espanhol, inglês. Aprender dançar flamenco. Fazer um curso de lingüística. Quero uma nova amizade igual à de infância. Quero emagrecer. Quero que meu cabelo não caia demais. Quero ler e me hipnotizar. Quero falar a palavra oblíqua com certo charme. Quero tanta coisa. Sorrir. Chorar. Abraçar o mundo, o cosmo, a lua. Queria conversar com uma estrela. Queria meus limites ilimitados. Quanta coisa queria. Quanta coisa quero. Quero-me de volta. Queria não querer tanto querer.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

da ex pressa das coisas...

Cerveja quente e imediatista das piores, fui. Eu chegava antes mesmo de mim. Uma coisa qualquer de inquietante me revolvia as entranhas numa ansiedade abissal. Quando queria algo tinha de ser para ontem, e aquela sofreguidão me angustiava muito. O verbo esperar não fazia parte de minha conjugação, pois era sinônimo de nunca alcançar. Mas depois das tantas deveras quedas de cara no chão, aprendi a lição: não lutar contra o tempo. Cultivo a paciência e a exercito em meu dia-a-dia. Agora, sorvo os pedaços da espera com um gôsto especial... e é especialmente delicioso mastigar cada momento...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

da sintonia...

Porque as vezes o olhar que cala, fala...

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Aprendendo a Aprender...

Ponderações. Rascunhos. Excitações. Ensaios. Medos. Alegrias. Desabafos. Observações. Viagens. Traçados. Chegadas. Partidas. Pensares. Registros. Memórias. Fatos. Impressões. Explanações. Interpretações. Particularidades. Controvérsias. Considerações. Bisbilhotices. Flatulências. Idéias. Ideais. Ausências. Citações. Silêncios. Vozes. Ecos...

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Genuíno...

Ao longo do caminho encontrei demasiadas pedras, pisei calçadas mortas e sob meus pés as ruas vivas. Nessa estrada, tantos os amigos de cada fase em mim habitou. É engraçado ver o tempo passando num raio de luz sem perceber a fração do instante. E eles passam com a voracidade de um leão em cima da presa. O tempo é infalível e implacável. Fica um pouco do vazio de que não o aproveitei da melhor maneira. Quedo-me falível e iludida... arrependo-me. Culpo-me por deixá-lo correr irreversível... mas, enfim... como segurá-lo? Sinto uma saudade frouxa dos momentos mais distantes da minha vida. A infância é desse breve ínterim que está no fundo de mim, pintada com lápis de cor em um colorido fantástico. Em cada esquina do coração recordo um punhado de pessoas queridas que me marcou de alguma forma. Cada encantamento, cada vivência, cada sorriso e expressão de olhar. Parece que foi ontem! Cá - ainda quentinho - em minha mente as coisas inconfessáveis e mágicas me ocupam. Simplicidades que não voltam. Tolices com valor de ouro em pó. Consigo visualizar a linha de minha história, o traço virtual da passagem dos períodos se apresentando e inaugurando um presente novo ou uma perda. Porque viver é perder e ganhar, mas aquela época que tinha um brilho deslumbrante, o prêmio que guardo é incalculável.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

das coisas simples...

Porque ontem ao final da tarde o vento discursou pela janela, ouvi palavras soltas e tentei entendê-las, mas não, não consegui. Saí de casa fotografando pelo celular como uma louca... o céu, a rua, a tarde rosa embrulhada com celofane chumbo. Ventava forte na promessa dos aplausos da chuva. Como gostei... como gosto! Voltei e a xícara de chá de erva-doce me esperava pacífica, aqueceu-me as mãos. Liguei o som e uma felicidade inexplicável vazou de mim. A música rolou... Tom Waits me aguardava para desfrutá-lo. Sentei-me e saboreei o tempo... a canção preencheu os espaços da casa e de minha solidão amiga que me mantém sã. Comi cada vocábulo como a uma flor, pétala por pétala. Meu Deus! Aquela voz vinha do céu pelo vento, do cosmo trazida por um ovni, de uma estrela colorida, sei lá; mas me encheu: de paz e luz e cheiro de terra molhada...

sábado, 31 de janeiro de 2009

A Insustentável Leveza de ESTAR...

Porque não existe nada mais importante e sagrado que a orquestra perfeita da família.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

das diferenças ímpares...

Sempre que vou ao Rio de Janeiro, afirmo categoricamente que é a cidade mais linda do mundo. Mas olhando outros prismas recuo, percebo tamanha redundância do qual chega a ser inútil tal expressão do meu pensamento fixo. Então se digo: o Rio com suas curvas naturais é a mais bela cidade do mundo, é e ponto, em termos de paisagem exuberante. São muitas e muitas as mais lindas cidades do mundo que não cabem na palma das minhas mãos. Cada uma à sua maneira. Cada uma com seu esplendor e sua singularidade.
Quando me lembro do charme de Belo Horizonte e asseguro que não existe cidade como aquela, sou sincera ao colorido que dou, pois me identifico com o lugar que aprendi a amar, com o desbunde cultural de entretenimento e vanguarda que oferece; uma cartilha de possibilidades entre as montanhas. Há dezenas de lugares consideráveis os mais bonitos para um momento. Depende do olhar, da forma, e de um espírito livre. Por exemplo, Paris, tornou-se a cidade mais magnífica desde que a conheci, a arquitetura genericamente homogênea, a luz lançada sobre os palácios, o rio Sena, as pessoas. Ah!, superou minhas expectativas e sempre irá superar. E o que dizer de Veneza? Ah, meus amigos, esta é inverossímil! Sem palavras pra cuspir. Temos que viver a La Sereníssima. E é tanto, e é pouco...
Outra estética de belo faz jus a Florença, na Itália: lugar de intelectuais e pensadores, cidade de beleza extravagante da qual paira uma atmosfera harmônica irrepreensível. Já Viena detém a reputação de cidade mais magistral da Europa, o que falar disso? Porto a cidade do vinho que mais aprecio, minha filha diz que por ser tão romântica, consegue me encontrar em cada canto. Roma a cidade Eterna, a sentencio incoerentemente como a impenetrável, mas a mais deliciosa de todas, a minha preferida. New York, um lindo arranha-céu demográfico, social e econômico. Ruas planas, noite eletrizante e culturalmente "hors concours", mas sem ardor e sem borogodó.
Lembro-me de um exótico pueblo espanhol, Vejer de La Frontera. Este lugarejo tipicamente árabe parece tirado do filme As Mil e Uma Noites. Casas branquinhas clarificadas de luz solar e uma brisa gélida; um dos mais interessantes e mágicos que conheci. São tantas cidades formosas, tão bem construídas capazes de tirar o fôlego de uma viajante - principiante - como eu. Diga-se de passagem Granada! Fala-se que Napoleão quase a explodiu em 1912, levando abaixo essa jóia rara européia com cara de oriente. Já pensou, nunca poder ter conhecido a capital da Andaluzia? Seria um pecado. Lá repousa a fortaleza Alhambra no alto de uma colina, seus ricos palácios recebem cerca de oito mil visitantes por dia. Coisa de louco! Granada conflui com três rios no sopé da Serra Nevada e a vista é estonteante! São tantas belezas relativas que existem por aí nesse mundão a se somarem em suas particularidades. É o planeta. É o todo. Emoções, instantes e paragens acolhedoras, merecedoras de um valor inestimável... da quantidade de maravilhas que compõem o completo.

sábado, 24 de janeiro de 2009

sim...

eu acredito numa coisa chamada AMOR. mas não acredito numa coisa chamada pai.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Meu coração de criança...

Palavras não descrevem a saudade em todos os elementos que implica o sentir. Pela vidraça a fotografia toca meu íntimo de tal forma que me sinto dentro dela. A imagem linda e gélida, parada e silenciosa, solitária e viva arranca-me suspiros... e que caia leve, pura, serena, encantadora, tranquila, imaculada... parecem pequeninas estrelas vindas do espaço. O manto alvo na grama encharca e traduz minha saudade funda. A neve que cai e dói, que congela a alma, que recordo calorosos dias, que gera solidão e ausência. A espera do sol que derreta a neve e aqueça meu coração vagabundo que quer guardar o mundo em mim...

sábado, 17 de janeiro de 2009

O J O S de C A T Y S A

Catarina diz: - mãe kd tu muié...
Sela diz: - ow filha dsculp, eu tava no quintal tomando banho. tu n viu q meu status tava ausente?
Catarina diz: - vi sim miavea. vo mandar um arquivo
Sela diz: - manda então
Catarina diz: - primeiro responda se vc conhece a CATYSA? kkkk
Sela diz: - quem é essa que tem nome de catiroba mermã? kkkkkkk
Catarina diz: - aceita aê esse arquivo me madre.. entonces vai conocer a CATYSA kkkkkkkk
Sela diz: - chegou o arquivo peraí
Catarina diz: kakakakakakakakakakakakakakakakaakaka
Sela diz: - my god. essa vai ja pro blog... e bye kkkkkkkkkkkkkkkk
Catarina diz: - mãe c é doida. espeeeera. mãaaaaeeeee

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

M A Y S A, a Cruela Cruel Execrável

Macacos me mordam. A cada dia que assisto a minissérie Maysa, surge algo novo pra mim. No capítulo em que apresentou o belíssimo show no Olímpia de Paris, ao saber da morte de André, derramou-se e comoveu. Discursou seu amado e cantou lindamente a canção que fez para ele. Chorei as tamancas com ela, digo, com a atriz. Doeu em mim.
Já no capítulo de hoje tivemos o desgosto de conhecer uma mulher insensível, egoísta, comodista, hedonista e o diabo-a-quatro jogar na lata do lixo o sentimento de sua criança; a única parida. Sem chance de perdão. Lamentável. Senti vontade de ocupar violentamente a TV e segurar o Jayminho no colo.
“Me arrupiei todian” - como diz Val a minha secretária... e diante de tanta indiferença gritei o palavrão mil caraaalhos! Em seguida saí do quarto me dirigindo a cozinha proferindo em alto e bom som: - Maldita vaca desumana, que bom que tu morreste; que trinta anos passados de tua morte, tu ainda ardas até os dias de hoje no mármore do inferrrno, e para todo o sempre de séculos e séculos... amém!!! E rasguei a garganta entalada a chorar.

Filosofar é pensar...

Aos vinte anos, a vida é toda mamão com açúcar; aos quarenta e três, um jiloeiro. Esvai o imperativo, fica a moderação. E o trade-off se apresenta para nós, resta-nos a boa escolha, o acerto. Eleger e decidir algo importante requer pé no chão, cabeça nas estrelas, autoconfiança e feeling. Porém, sem treino não rola. Seja o que for, seja o que queira: treine, treine muito. Sinto-me livre para outro caminho, larguei as correntes, um treino de vinte anos. Foi muito né?, mas foi o meu timing. Da parte que me cabe me demorei sim. E assim foi... nem antes, nem depois.

Eu

Simplesmente Selena